Diversidade na Escola

Bem vindos!!!!


Muito se tem falado em diversidade na escola . Mas o que realmente significa o tema?
Nesse blog estaremos discutindo assuntos relacionados à diversidade, trazendo alguns textos e ensaios que possam ajudar a entender um pouco mais sobre o assunto.
Estão abertas as discussões!!


Aguardem em breve nossas postagens!!

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Falando sobre Bullying

 O que é Bullying??

O bullying é um termo ainda pouco conhecido do grande público. De origem inglesa e sem tradução ainda no Brasil, é utilizado para qualificar comportamentos agressivos no âmbito escolar, praticados tanto por meninos quanto por meninas. Os atos de violência (física ou não) ocorrem de forma intencional e repetitiva contra um ou mais alunos que se encontram impossibilitados de fazer frente as agressões sofridas. Tais comportamentos não apresentam motivações específicas ou justificáveis. Em última instância, significa dizer que, de forma “natural” os mais fortes utilizam os mais frágeis como meros objetos de diversão, prazer e poder com o intuito de maltratar, intimidar, humilhar e amedrontar suas vítimas.



Quais as formas de bullying??

As formas do bullying são:

. verbal (insultar, ofender, falar mal, colocar apelidos pejorativos, “zoar”

. Física e material (bater, empurrar, beliscar, roubar, ou destruir pertences da vítima)

. Psicológica e moral (humilhar, excluir, discriminar, chantagear, difamar)

. Sexual (abusar, violentar, assediar, insinuar etc.)

. virtual ou ciberbullying realizado por meio de ferramentas tecnológicas: celulares, filmadoras, internet etc.)

Estudos revelam um pequeno predomínio dos meninos sobre as meninas.

No entanto, por serem mais agressivos e utilizarem a força física, as atitudes dos meninos são mais visíveis.

Já as meninas costumam praticar bullying mais na base de intrigas, fofocas e isolamento das colegas. Podem com isso, passar despercebidas, tanto na escola quanto no ambiente doméstico.

Fiquem atentos!!

terça-feira, 14 de junho de 2011

Uma breve conversa sobre séries e ciclos no ensino fundamental

Recentemente, tivemos a oportunidade de assistir a uma aula com a Profª Drª Marília Claret Geraes Duran, onde tivemos uma melhor visão sobre a progressão continuada e os ciclos, com a presença do Prof.Dr. João Cardoso Palma Filho e do Prof.Dr. José Luis Feijó Nunes, que compartilharam conosco suas experiências na área da educação, abrindo o diálogo para nossos questionamentos.
Abaixo, falaremos sobre alguns pontos discutidos por cada um desses ilustres professores.
Prof.Dr. João Cardoso Palma Filho
O Prof. João Cardoso explicou que essa discussão sobre o ensino de ciclos já vem de longa data.
Porém, é preciso melhorar as condições das escolas, para que se possa oferecer efetivamente um ensino de qualidade.
Uma observação feita pelo professor, diz respeito à necessidade de se pensar em como se obter um ensino de qualidade, principalmente no ensino fundamental, uma vez que esse é o segmento freqüentado pela maior parte da população.
Nas palavras do professor, é preciso que haja uma universalização do ensino. Levar a população para a escola.
Entretanto, melhorias precisam ser feitas, uma vez que a maior dificuldade hoje são as salas superlotadas e o despreparo dos professores para receber esses alunos.
Entretanto, ao falar do despreparo dos professores, o professor João Cardoso deixa bem claro que isso se deve ao fato dos professores de ensino fundamental terem que lidar com alunos que chegam na escola cursando a 5.ª ou 6.ª série sem saber ler. E como se ensinar história ou geografia para alunos que ainda não estão alfabetizados?
Segundo ele, o problema não pára por aí, pois o ideal seria 25, no máximo 30 alunos por sala. Além disso, o material didático também merece especial atenção, pois precisa ter qualidade. Os professores precisam de formação continuada, plano de carreira, valorização, O professor alfabetizador não tem o devido reconhecimento, nem remuneração digna.
A educação brasileira sofre também com a falta de investimento. Apenas 4 a 4,5% do PIB é direcionado à educação, ao passo que o defendido é 7%, sendo o ideal 10%.
O professor fala da existência de uma exclusão nas escolas dentro da própria inclusão, já que os alunos chegam na mesma série com diferentes níveis de conhecimento. Segundo o professor, é preciso que os alunos tenham um reforço / recuperação no momento em que apresentem dificuldades, isso para que a turma seja nivelada.
O professor demonstrou um grande nível de conhecimento do atual quadro brasileiro de educação, e trouxe muitas questões importantes para a discussão, o que enriqueceu muito o debate.
Prof.Dr. José Luis Feijó Nunes
O Prof. José Luis reafirmou o fato da discussão da progressão continuada ou ciclos não ser novidade.
Para ele, ao se colocar a população dentro da escola, nos deparamos com o problema do despreparo escola e dos professores para receber esses alunos.
Ao tentar resolver o problema da evasão escolar e dar conta do grande número de crianças fora da escola, não foi pensado na estrutura para recebê-los.
Ao narrar sua experiência pessoal dentro da escola, falou sobre o problema enfrentado ao se deparar com o grande número de alunos com dificuldades, muitos ingressando na 5.ª série sem estarem alfabetizados. O professor não tinha preparo adequado para lidar com esses alunos, criando uma grande lacuna dentro da escola. Ou, como bem falou o prof. João Cardoso Palma Filho, “criou-se uma exclusão dentro da própria inclusão nas escolas”.
Para o professor, é necessário criar oportunidades para todos, fazer acontecer a inclusão, promovendo melhores condições de trabalho aos professores, sem o acúmulo de aulas. Precisamos urgentemente acabar com a idéia de que dentro da escola não se faz nada.

O discurso desses dois professores se aproxima muito, servindo de alerta ao que acontece nas escolas, nos mobilizando para criar um ensino de qualidade e promover uma inclusão de fato, acolhendo e valorizando nossos alunos.

Professora Elba Siqueira fala sobre ciclos e progressão escolar

Atualmente a proposta de ciclos é bastante utilizada como rendimento escolar. Com tendência contemporânea da pedagogia, a profª Elba tinha uma preocupação com a inclusão de todos na escola.
Os ciclos, na forma de conhecimento, aprendizagem e organização da escola, intervém de forma a trazer um tempo de aprendizado com organização da escola em séries.
Esse sitema vem sendo implantado em algumas redes de ensino do país, o sistema de ciclos.
Essa proposta pedagógica vem trabalhando com participação de professores no processo de realização de encontros políticos e pedagógicos..
Para um trabalho em conjunto através de encontros, conversas e projetos em sala de aula.
Construindo uma escola contemporânea com progressão continuada para nossos alunos, promovendo a inclusão de todos. 

Uma breve conversa sobre séries e ciclos no ensino fundamental

Recentemente, tivemos a oportunidade de assistir a uma aula com a Profª Drª Marília Claret Geraes Duran, onde tivemos uma melhor visão sobre a progressão continuada e os ciclos, com a presença do Prof.Dr. João Cardoso Palma Filho e do Prof.Dr. José Luis Feijó Nunes, que compartilharam conosco suas experiências na área da educação, abrindo o diálogo para nossos questionamentos.
Abaixo, falaremos sobre alguns pontos discutidos por cada um desses ilustres professores.
Prof.Dr. João Cardoso Palma Filho
O Prof. João Cardoso explicou que essa discussão sobre o ensino de ciclos já vem de longa data.
Porém, é preciso melhorar as condições das escolas, para que se possa oferecer efetivamente um ensino de qualidade.
Uma observação feita pelo professor, diz respeito à necessidade de se pensar em como se obter um ensino de qualidade, principalmente no ensino fundamental, uma vez que esse é o segmento freqüentado pela maior parte da população.
Nas palavras do professor, é preciso que haja uma universalização do ensino. Levar a população para a escola.
Entretanto, melhorias precisam ser feitas, uma vez que a maior dificuldade hoje são as salas superlotadas e o despreparo dos professores para receber esses alunos.
Entretanto, ao falar do despreparo dos professores, o professor João Cardoso deixa bem claro que isso se deve ao fato dos professores de ensino fundamental terem que lidar com alunos que chegam na escola cursando a 5.ª ou 6.ª série sem saber ler. E como se ensinar história ou geografia para alunos que ainda não estão alfabetizados?
Segundo ele, o problema não pára por aí, pois o ideal seria 25, no máximo 30 alunos por sala. Além disso, o material didático também merece especial atenção, pois precisa ter qualidade. Os professores precisam de formação continuada, plano de carreira, valorização, O professor alfabetizador não tem o devido reconhecimento, nem remuneração digna.
A educação brasileira sofre também com a falta de investimento. Apenas 4 a 4,5% do PIB é direcionado à educação, ao passo que o defendido é 7%, sendo o ideal 10%.
O professor fala da existência de uma exclusão nas escolas dentro da própria inclusão, já que os alunos chegam na mesma série com diferentes níveis de conhecimento. Segundo o professor, é preciso que os alunos tenham um reforço / recuperação no momento em que apresentem dificuldades, isso para que a turma seja nivelada.
O professor demonstrou um grande nível de conhecimento do atual quadro brasileiro de educação, e trouxe muitas questões importantes para a discussão, o que enriqueceu muito o debate.
Prof.Dr. José Luis Feijó Nunes
O Prof. José Luis reafirmou o fato da discussão da progressão continuada ou ciclos não ser novidade.
Para ele, ao se colocar a população dentro da escola, nos deparamos com o problema do despreparo escola e dos professores para receber esses alunos.
Ao tentar resolver o problema da evasão escolar e dar conta do grande número de crianças fora da escola, não foi pensado na estrutura para recebê-los.
Ao narrar sua experiência pessoal dentro da escola, falou sobre o problema enfrentado ao se deparar com o grande número de alunos com dificuldades, muitos ingressando na 5.ª série sem estarem alfabetizados. O professor não tinha preparo adequado para lidar com esses alunos, criando uma grande lacuna dentro da escola. Ou, como bem falou o prof. João Cardoso Palma Filho, “criou-se uma exclusão dentro da própria inclusão nas escolas”.
Para o professor, é necessário criar oportunidades para todos, fazer acontecer a inclusão, promovendo melhores condições de trabalho aos professores, sem o acúmulo de aulas. Precisamos urgentemente acabar com a idéia de que dentro da escola não se faz nada.

O discurso desses dois professores se aproxima muito, servindo de alerta ao que acontece nas escolas, nos mobilizando para criar um ensino de qualidade e promover uma inclusão de fato, acolhendo e valorizando nossos alunos.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

A DIVERSIDADE NA ESCOLA

           
A interação das pessoas no ponto de vista, da construção do conhecimento, e aprendizagem não depende apenas da estrutura biológica, mas também do meio de qualidade, dos estímulos recebidos desde infância
Cada pessoa tem em seu interno uma particularidade única formada por sua estrutura social cultural. Dentro de diversas culturas é de competência de o professor ter claros os objetivos, e resultados que pretendem alcançar com uma atividade para que os alunos tenham as mesmas oportunidades.                                              
A escola é um cenário da diversidade a cada vida social brasileira, onde devem ser valorizados os conhecimentos de cada ser humano, com projeto de intervenção para escola detectando junto com os alunos, as necessidades e interesses.
Para se trabalhar a diversidade cultural, um dos grandes desafios da escola atualmente é desenvolver projeto político pedagógico, que estabeleça uma visão real de práxis pedagógica. Quando a escola tem projeto pedagógico que não atende as diferenças individuais gera desprazer, indisciplina, agressividade.                                                                        
A pedagogia deve ter uma visão democrática, administrando as diferencias como um elemento fundamental no ensino aprendizagem. O trabalho diversificado envolve atividades realizadas em grupos e individualmente, ou sempre planejadas pela escolha do aluno ou professor. Contribuindo com suas experiências e mostrando seu trabalho junto à comunidade e sociedade.